Associados do Pedal Monte representam o grupo no Caminho da Fé 2026
O espírito de aventura, superação e união do Pedal Monte ganhou novos quilômetros em 2026. Neste ano, dois associados do grupo encararam um dos desafios mais marcantes do ciclismo e do turismo religioso do Brasil: o Caminho da Fé.
Os ciclistas Gieni e Gilmar (GG) foram os responsáveis por representar o Pedal Monte nessa jornada, levando consigo não apenas suas bicicletas, mas também o nome, a amizade e os valores do grupo.
Uma jornada de fé, esforço e conquista
O Caminho da Fé é conhecido por ser muito mais do que um percurso — é uma experiência transformadora. Ao longo de centenas de quilômetros, os ciclistas enfrentam subidas desafiadoras, longas distâncias e momentos de reflexão, tudo isso cercado por paisagens naturais incríveis.
Durante a jornada, Gieni e GG mostraram determinação e espírito de equipe, características que fazem parte da essência do Pedal Monte. Cada pedalada foi marcada por superação, companheirismo e a motivação de concluir um trajeto tão simbólico.
Representando toda uma comunidade
Mais do que um desafio pessoal, a participação dos dois associados teve um significado especial: eles levaram o nome do Pedal Monte para além das rotas locais, mostrando a força e a união do grupo.
A conquista reforça o propósito do Pedal Monte de incentivar o ciclismo como estilo de vida, promovendo saúde, amizade, aventura e desafios que vão muito além das estradas.
Orgulho para o Pedal Monte
A participação de Gieni e GG no Caminho da Fé 2026 é motivo de grande orgulho para todos os associados. A jornada deles inspira outros ciclistas a buscarem novos desafios e mostra que, com determinação, é possível ir cada vez mais longe.
O Pedal Monte parabeniza os dois pela conquista e celebra mais esse capítulo de superação e história dentro do grupo.




Entre os dias 13 a 17/02/26 participei de um evento de peregrinação denominado “Caminho da Fé”. Sua rota oficial inicia em Águas da Prata terminando em Aparecida do Norte. Eu, como ciclista, concluí os seus 318 kms com cerca de 8.500 metros de acúmulo de subidas (altimetria), passando por várias cidades, vilarejos, propriedades rurais com relevos, paisagens paradisíacas, lugares deslumbrantes e hoje digo que, pela segunda vez que participo desse cicloturismo de nível de excelência, novamente me surpreendi e digo mais: aconselho, incentivo sem sombras de dúvidas que quem for não se arrependerá.
“Você não volta a mesma pessoa.”
Gilmar Guimarães Fernandes
20/02/2026
O caminho da Fé pra mim é uma experiência muito, muito de fé. Eu já faço esse caminho há quatro anos e, este ano, conheci muitas pessoas e vivi muitas coisas ali. Quando a gente está no caminho, a gente chega transformada e abençoada. Eu conheci famílias, conheci histórias… tem gente com histórias muito tristes, de câncer, de perdas. Aquilo ali a gente tem que viver, tem que sentir. Eu mesma gosto de viver com fé, gosto de escutar as pessoas, de ouvir histórias, então pra mim é só gratidão e muita fé, porque sem fé a gente não vai.
Tirei muitas fotos bonitas, conheci muita gente, inclusive o Léo lá de Caldas Novas, que fez o Caminho da Fé em um dia só. Mas mais do que tudo, é uma experiência que todo mundo deveria viver pra dar mais valor à vida. A gente acha que tem problemas, mas lá vemos pessoas passando por coisas muito mais difíceis. Teve um momento numa capelinha em que encontrei um grupo rezando, e eu me emocionei muito, chorei lembrando da minha mãe que morreu de câncer. Conversei com uma senhora, a Dona Inês, e ela me contou que tinha perdido o filho e a mãe recentemente, de uma forma muito triste. Aquilo me marcou muito e me fez perceber o quanto precisamos agradecer. Esse caminho me mostrou muitas coisas boas, me apresentou pessoas e famílias maravilhosas, que me acolheram com muito carinho. Pra mim, isso é a verdadeira fé do Caminho da Fé.
Geni Cabral
20/02/2026